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quinta-feira, 7 de julho de 2016

Expedição Jalapão: primeiro dia.

Pouco explorado turisticamente por causa do seu difícil acesso, o Parque Estadual do Jalapão está localizado no leste do estado do Tocantins, reúne uma paisagem de dunas, rios, riachos, cachoeiras, fervedouros, chapadões com quase 800 metros de altura e a certeza de que se viu uma das maiores atrações naturais do Brasil.



Começamos nossa aventura em Dianópolis e tínhamos em mãos o roteiro utilizado pelo nosso amigo Roberto que havia estado na região em janeiro deste ano. O Dyxklay conhecia algumas das tantas atrações que o parque oferece em duas outras viagens feitas ao local. Buscamos por informações com os nativos sobre o estado das estradas e qual o melhor caminho para chegar na Pedra da Baliza, Cachoeira da Fumaça e a do Soninho. 

A Pedra da Baliza fica mais próxima a Mateiros, que é o município onde se concentra a maior parte das atrações, então a deixamos para quando estivéssemos por lá. E para nossa surpresa, a ponte de madeira que liga uma cachoeira a outra estava quebrada e não poderíamos seguir por aquela estrada. Então fizemos uma adaptação no roteiro já que a ausência de uma ponte não ria nos impedir de ir até as cachoeiras.


Cachoeira da Fumaça

Seguimos para o município de Rio da Conceição (que é uma das portas de entrada do Jalapão) e foi exatamente onde começou a nossa aventura: mais 48 km de estrada de terra até chegar na fantástica Cachoeira da Fumaça, que tem cerca de 20 metros de queda de altura e forma uma nuvem de água permanente. A ponte estava quebrada em alguns trechos e não tivemos como atravessá-la para seguir a trilha e chegar na parte de baixo da cachoeira, onde é possível tomar banho por trás da sua queda. 

Fotografamos, lamentamos a possibilidade de usufruir daquela maravilha e principalmente, por não poder seguir os 23 km até a Cachoeira do Soninho. Resultado: voltamos os 48 km até o município de Almas, pegamos um pequeno trecho de asfalto e depois pegar outra estrada de barro. Demos uma volta de 158 km para finalmente chegar na Cachoeira do Soninho.












Cachoeira do Rio Soninho

Duas horas de muita estrada de terra, pedras, costelinhas e costelões e algumas e valas, a estrada começou a ficar ruim neste trecho, chegamos finalmente a Cachoeira do Soninho. Eu desci do carro e me joguei, estava com muito calor e louca para me refrescar. Na parte do rio é bem rasinho e tem uns poços mais fundos. A água é limpinha e não é gelada. Tem uma ponte de alvenaria acima do rio e uma trilha sobre a parte rasa do mesmo e o Dyxklay aventureiro como é, entrou na parte rasa com o Bebê (Troller) e saiu do outro lado, só que a vegetação tinha acabado com a trilha, então ele voltou de ré e quase caí com o carro na queda da cachoeira. Foi um susto!







Quando saímos de lá, avistamos uns chapadões onde em dois, haviam dois furos e pela direção de onde estavam e pelo GPS, não poderiam ser a famosa Pedra Furada. Tentamos encontrar tanto no GPS quanto na estrada, uma bifurcação que nos levasse até elas mas não encontramos. Pegamos o sol de cara com a gente o caímos numa das valetas da estrada. Faz parte da aventura.






Pedra Furada

Um imenso paredão de cor alaranjada que se contrasta com o azul do céu, bonito de se ver. A única coisa que achamos estranho é uma plantação de eucaliptos que estão plantados ao redor da pedra, desvastando a mata nativa e desconfigurou a vista do cerrado, nos confundiu para poder chegar na parte da frente da pedra. Ficamos ali por um tempo e seguimos nosso rumo.








Chegamos em Ponte Alta do Tocantins por volta das 18h e visitamos uma loja de artesanato do Guilherme e da Caliana, a Cabana Capim Dourado. A variedade de peças e o precinho camarada que encontramos nela foram altamente convidativos. A loja fica localizada na avenida principal da cidade, em frente ao Posto Visão. (63) 3378-1608. O pagamento pode ser feito em cartão de crédito e débito.

 Fotos: Facebook Cabana Capim Dourado



E a saga continua no próximo post.

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