expr:class='"loading" + data:blog.mobileClass'>
text-shadow:

quarta-feira, 13 de julho de 2016

Expedição Jalapão: quarto dia.

Como ir embora do Jalapão? A beleza selvagem da região nos convida a ficar. E ficamos mais um dia!


Em nossas viagens costumamos conhecer muita gente boa pelo caminho, mas a família do Goiás/Maranhão foi especial. Muitas conversas naquela manhã durante o café e como o nosso roteiro estava muito flexível, optamos em ficar, usufruir da magia do Jalapão e das excelentes companhias.

Uma das opções seria passar o dia na Cachoeira da Formiga, mas os donos da Pousada dos Buritis onde estávamos hospedados nos falaram de outros dois fervedouros na região.

Fervedouro do Buritizinho

Passamos a maior parte do dia no Fervedouro do Buritizinho, que na nossa opinião é o mais lindo.

Tem uma plataforma de madeira com uma cobertura e até uns banquinhos para apoiar os objetos. Parece uma piscina de tão azul. A água é infinitamente transparente e é pequeno comparado aos demais.  E o melhor, só éramos nós no local. Ou seja “o fervedouro é nosso!”

Fica numa propriedade particular, onde servem almoço e tem um bar de apoio. Nos fundos, tem um rio com água super gelada.


 Créditos a Iara que fez essa foto linda!


 A pequena Lorena 'sereiando".

 Família: Mayara, Suzy e Marcos*

Casal querido, a Suzy e o Marcos*

Valor da visitação: R$ 10 por pessoa.
*Marcos - In Memoriam

Fervedouro do Rio do Sono

Esse fervedouro também foi indicação dos donos da pousada e seguimos o caminho através do GPS até o povoado do Mumbuca e entramos à direita. Numa casa simples, pagamos a taxa de R$10 por pessoa e tínhamos que fazer uma travessia por um rio com águas correntes, cheio de pedras e que não era profundo (a água chegou no máximo até a cintura). Seguimos para o tal fervedouro que nos surpreendeu: ele fervia por completo, não apenas no meio como os demais. A cor não é azul, nem a água tão transparente, mas foi uma experiência novamente incrível.


Meninas: Mayara, Iara e Lorena. 




Na volta fomos abordados por uma criança cobrando pela entrada, pois o fervedouro não pertence a quem pagamos no começo e sim a família dele. Para ajudá-lo, o Marcos comprou uns artigos em capim dourado.

A travessia pelo rio foi deliciosa e  útil para tirar toda aquela areia que estava entranhada em nosso corpo.

E nosso roteiro se estendeu visitando a Associação de Capim Dourado de Mateiros onde encontramos uma variedade muito maior do que no Mumbuca. Jantamos com nossos amigos em dona Rosa novamente e a noite foi memorável, com muitas risadas, muitas histórias e muita alegria.

Artesanato em capim dourado.

O céu do Jalapão é surreal! Na estrada o Dyxklay apagou os faróis e desligou o carro e ficamos a admirar o espetáculo celestial. Uma infinidade de estrelas tornando o cenário ainda mais lindo e agradecendo a Deus pela oportunidade de viver uma experiência tão incrível naquele lugar.


   ,                                                                 O céu mais lindo e estrelado que vimos na vida!


Makenna Figueiredo
Fotos; Iara Carrilho / Dyxklay Figueiredo

Expedição Jalapão: primeiro dia

Expedição Jalapão: segundo dia.

Expedição Jalapão: terceiro dia


Nenhum comentário:

Postar um comentário