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terça-feira, 12 de julho de 2016

Expedição Jalapão: terceiro dia.

Uma aura misteriosa cerca o Jalapão. Talvez pelo seu difícil acesso (que não foi nem é problema para nós), para muitos é um mito. Para outros, a realização de um sonho.





Pedra da baliza

Como de costume, adquirimos informações com os locais sobre o estado e como chegar na Pedra da Baliza, que é uma pedra em forma de taça no meio da planura do cerrado, que tem esse nome porque foi historicamente usada como divisa entre Bahia, Tocantins, Maranhão e Piauí (na verdade os dois últimos ficam um pouco mais ao norte), segundo o GPS.






Cachoeira da Formiga

Uma queda modesta a água é cristalina e até a espuma é azul! A Cachoeira da Formiga é o meu segundo amor do Jalapão (o primeiro foi o Rio Novo e as Dunas). Há uma pequena plataforma de madeira para acessar a água, a correnteza é forte e o poço é fundo que após o contorno do rio, a correnteza some e fica uma parte bem tranquila de beleza surreal. Para quem tem experiência dá para subir pela cachoeira e dar um mergulho. O Dyxklay assim fez, enquanto eu que sou medrosa, fotografei e filmei.
Nos refrescamos do calor exaustante nas límpidas águas, de temperatura super agradável e na piscina natural formada pela queda d´água. Em meio a árvores, faz jus ao ditado  “sombra e água fresca”. É ideal para passar o dia inteiro.
Tem um camping, um bar, banheiros e serve almoço mas é necessário reservar com antecedência (como tudo no Jalapão). O uso da máscara de mergulho é indispensável  para poder aproveitar melhor a transparência da água.
Para a nossa grata surpresa, conhecemos uma família linda de Goiânia (Marcos, Suzy e a Mayara) e de Açailândia (Iara e a linda Lorena), que estavam hospedados no mesmo hotel que o nosso. A Iara foi a responsável por fazer boa parte das fotos lindas que foram publicadas.






Valor da visitação: R$ 20 por pessoa e R$ 30 para acampar, por pessoa.

Fervedouro do Ceiça
Seguimos para conhecer um fenômeno do local, conhecido como Fervedouro. Trata-se de uma nascente de um rio subterrâneo, que brota com tanta força, que é impossível afundar ali. Um poço com águas transparentes que é cercado por bananeiras e uma densa vegetação e com fundo de areia branca. Muito refrescante, mas nada de afundar. Futuamos e curtimos aquele momento mágico, tirar muitas fotos e brincar mais uma vez com os peixinhos.










Valor da visitação: R$ 10 por pessoa

Um ponto no GPS marcava mais um fervedouro (sem nome) na estrada que nos levava até o povoado do Mumbuca. Tinha uma casa, uma jovem senhora e umas crianças a brincar. Perguntamos sobre a existência do mesmo e ela nos permitiu conhecer, mas sem banho. Tem a mesma caraterística do fervedouro visitado anteriormente, mas a vegetação é menor densa. A propriedade também é particular e como ela não cobrou taxa de entrada, compramos artigos em capim dourado (lindos e com excelente preço).



Povoado de Mumbuca (Capim Dourado)

Essa atração é para os consumistas de plantão, que assim como eu, adoram artesanato.
Numa área de reconhecimento de Território Quilombola é uma associação que mantem uma loja com peças produzidas pelos moradores da comunidade, que foi onde surgiu o artesanato em capim dourado cuja brilho reflete no Tocantins, no Brasil e no mundo inteiro. É alquimia divina, transformando o capim, a seda do buriti, as sementes das vegetação como um todo em obras de arte.
As crianças nos recebem cantando a música da colheita do artesanato e é de encher os olhos d’água.
Vale a visita, é um dos pontos fortes do Jalapão. Encontramos uma variedade maior e preços bemmmm melhores em Ponte Alta na Cabana Capim Dourado e como já havíamos comprado, fomos em busca apenas do que estava em nossa lista. Mandalas, sousplat, bolsas, bijuterias, vasos, bandejas,e até panela de pressão, entre outros tantos artigos  encontramos por lá. O pagamento é feito APENAS em dinheiro.



                                                                                    Reprodução: Google


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Makenna Figueiredo.

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